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Gestão de Crises

Há muitos tipos diferentes de crises: de mercado, financeiras, econômicas, de abastecimento, mudanças regulatórios, etc. Porém, a mais complicada das crises é aquela que abala todas as funções corporativas ao mesmo tempo de modo que não haja uma âncora por onde começar a reconstrução

A crise do Covid-19 tem essa característica de abalo universal. Ele afeta:

  • Toda a capacidade produtiva nacional está paralisada
  • Renda das pessoas diminuiu
  • Contato social está restrito
  • Consumo caiu enormemente
  • Desemprego
  • Crise de liquidez
  • Mercados desestruturados
  • Padrões de consumo sendo revistos
  • Padrões comportamentais sendo revistos
  • Setores inteiros da atividade produtiva continuarão inativos por muitos meses ainda
  • Modificações regulatórias na gestão do emprego
  • Sistemas creditícios abalados

Como reagir a uma crise que afeta não apenas sua empresa, ou seu setor de atividade, e sim o mundo inteiro? Focando em 5 Eixos de Ação

  • Rápida Adaptação: Além de adotar medidas para proteger a força de trabalho e a sociedade, as empresas devem se concentrar no ajuste de custos e nas mudanças organizacionais que precisam ser feitas imediatamente. É o momento para se desenhar os planos de recuperação rápida
  • Rápida Recuperação: A fase de recuperação se inicia assim que o confinamento terminar. Ajustes críticos necessários: (i) o vírus não terá desaparecido. As práticas de distanciamento social precisarão ser mantidas; (ii) observar atentamente os clientes para antecipar sua demanda; e (iii) manter os custos sob controle. A forma da recuperação é desconhecida: pode ser muito rápida ou muito lenta. Isso impacta o negócio
  • Rápido Redesenho da Visão: Após a crise, as sociedades estarão redesenhadas: da forma como consumimos, compramos produtos e viajamos, até o nível de segurança e vigilância a que estamos acostumados. As cadeias de valor e suprimentos mudarão. Hoje é difícil imaginar como o mundo, os mercados e a economia serão no futuro próximo. Por isso, as empresas precisam começar a se adaptar ao “novo mundo”. Criar uma pequena equipe dedicada a esse novo futuro e compilar informações é muito importante
  • Organização e Comunicação: Essa crise exige que boa parte dos colaboradores interaja “virtualmente“ entre si, com fornecedores, clientes e demais parceiros de negócios. São mudanças estruturais que estão ocorrendo em ritmo acelerado, exigindo a rápida adoção de tecnologias emergentes e novas formas de trabalhar. Essas mudanças vieram para ficar e impactarão o ambiente e o formato de trabalho
  • Fluxo de Caixa: O gerenciamento do fluxo de caixa e créditos bancários é fundamental para a sobrevivência a curto prazo. Vá além do mero acompanhamento do fluxo previsto de caixa. Estabeleça um canal de comunicação regular e construtivo com as partes interessadas financeiras, principalmente funcionários e fornecedores. A estrutura de custos deve ser revisada: reduzida, otimizada e tornada variável sempre que possível

Inovando para Sobreviver

Como brasileiros, e portanto multiculturais, sabemos que a inovação aqui tem características diferentes de outras partes do planeta. Mais do um instrumento de competitividade, a inovação é uma disciplina de gestão da economia emergente e colaborativa, quebrando paradigmas na tecnologia, nos negócios e nas transformações sociais. Entendemos essa nova relação com o uso do tempo, a forma de compartilhar uma visão com diversos grupos distintos, a capacidade de integração e assimilação de mudanças no desenvolvimento social e conhecemos profundamente metodologias para implementar com eficiência planejamentos enxutos e objetivos

Inteligência Emocional e Liderança

O líder lidera a si próprio, antes de tudo. Isso pressupõe controle emocional, auto-conhecimento e capacidade de comunicação. É impossível prover liderança se o líder não consegue lidar adequadamente com impulsos, sonhos, ansiedades e frustrações. Em momentos de crise, é fácil incorporar o medo dos colaboradores com demissões e perda de renda, prejudicando a capacidade de raciocínio e tomada de decisão. Inteligência emocional extrapola o ambiente corporativo e inclui a relação com a família e a sociedade, bem como a capacidade de convivendo com nível elevado de incertezas

Medo e Stress

Crises econômicas estão associadas a desemprego, redução de salário e instabilidade. Isso gera medo e, por consequência, stress. Pessoas trabalhando estressadas produzem menos e cometem mais erros. O mesmo vale para lideres, empresários e empreendedores. Nós te ajudamos a entende o stress; como ele afeta a saúde física e mental das pessoas; seu impacto nos relacionamentos pessoais e profissionais; técnica de gestão do próprio stress, do stress em e corporativo. Planos de ação para redução e controle de medo e stress individual e no ambiente de trabalho

Comunicando e descomunicando

Comunicação interna e externa são dois fatores tradicionais de boa gestão. Entretanto, tornam-se vitais em momentos de crise. Uma das maiores fontes de receios, especulações e fake news é a falta de comunicação assertiva, honesta e bem estruturada. A comunicação interna, dirigida aos colaboradores, deve buscar manter o moral e o engajamento de todos. A comunicação externa, dirigida normalmente a fornecedores, clientes e distribuidores, deve ser capaz de garantir a confiança de todos na capacidade de tomada de decisões ponderadas da empresa. Comunicações ruins podem colocar a perder até mesmo o melhor plano de gestão de crise

Busca e Gestão de Capital

Ao longo de 2020 o país experimentará uma enorme crise de liquidez. O fechamento dos mercados de consumo durante a crise do coronavirus reduziu substancialmente o caixa da empresas. Em um movimento de bola de neve, isso significa que as receitas de toda a cadeia produtiva estarão comprometidas até que os níveis de consumo voltem ao normal. E mesmo nessa situação, com endividamento elevado, as empresas terão de fazer escolhas. Temos especialistas em gestão do caixa em situação de crise de liquidez que poderão lhe ajudar a sobreviver em 2020

Marketing e o Mundo Digital

O consumidor pós-crise será completamente diferente. O marketing terá de ser capaz de mapear e entender este novo consumidor e ajudar as empresas a desenhar novos produtos e serviços, e oferta-los correntamente. Isso passa por uma releitura de mercados e nichos, perfil de cliente, padrão de consumo, decisão de compra, percepção de valor, percepção de marca, presença online, construção de relacionamento com este novo consumidor, venda online, pós-venda, marketing social, marketing emocional, neuromarketing

Novos Consumidores Novos

A crise social de hoje, e a crise econômica que se avizinha, farão emergir um novo consumidor, mais consciente dos problemas da nação, mais exigente com relação às empresas e produtos, mais comedido no consumo, mais resguardado com relação a seu dinheiro. Um consumidor menos orientado ao consumo compulsivo e mais sensível à necessidade de poupar. Um consumidor com preocupações sociais e ambientais muito maiores. Um consumidor mais preparado para comprar online. Um consumidor que não aceitará passivamente ofertas de produtos e serviços que embutam uma proposta clara de valor

Vender, Vender e …. Vender

Vender é necessidade primária de qualquer empresa, em qualquer momento do tempo. Vendas se apoiam em um bom marketing, bons produtos e bons serviços. No entanto, a correta abordagem comercial é essencial para converter um interessando em um comprador. Técnicas de venda baseadas em jogo de poder ou desconto em preço não atendem às necessidades da maioria das empresas. A busca por uma nova forma de se construir relacionamentos comerciais sólidos com seu cliente, seja ele pessoa física ou jurífica, é imperativo na nova ordem econômica que viveremos no país a partir da crise de 2020

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